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2016-03-02


Trecho de 2,2 quilômetros vai da Praça Nova Suíça ao Terminal Isidória e será feito por secretarias.

 A continuidade da ciclovia da Avenida T-63, entre a Praça Wilson Sales, no Setor Nova Suíça, e o Terminal Isidória, no Setor Pedro Ludovico, aguardada desde 2013, recomeçou no início desta semana. O trecho de 2,2 quilômetros está a cargo da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), que cedeu 60 funcionários para a execução do trecho cicloviário. Eles trabalham com material e maquinário da própria Comurg e, principalmente, da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra).

A parceria conta ainda com a Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMT), que vai realizar a sinalização horizontal e vertical, e a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), que elaborou o projeto. A estimativa é que a obra fique pronta em 90 dias, mesmo com o período de chuvas até meados deste mês. Não foi divulgado o gasto para execução, já que dependeria da aquisição dos materiais que serão usados tanto pela Seinfra quanto pela SMT.

A realização da obra foi uma determinação do prefeito Paulo Garcia (PT), cuja administração aguardava, até então, a assinatura do contrato para as obras complementares do Corredor T-63 para finalizar a ciclovia. A previsão era de que a obra fosse feita apenas pelo consórcio formado pelas empresas CGO e Ciecon, dentro do contrato para o corredor, que já foi licitado, mas não há estimativa para a assinatura do documento. A informação é que o Paço só assinará o acordo quando tiver garantias federais de que todo o recurso será liberado - no total, R$ 16 milhões.

Problemas e atrasos

Quando o pacote com a realização de cinco corredores para o transporte coletivo foi licitado, em setembro do ano passado, já era previsto que a obra na Avenida T-63 seria a primeira a ser realizada. Houve até a estimativa de que a ciclovia fosse feita até o final de 2015. No entanto, com o problema de repasses da União, que ocasionou até mesmo uma paralisação nas obras do Corredor T-7, a escolha do Paço foi de que nenhum contrato fosse assinado nesta situação

Trecho terá semáforo e ciclorrota

O diretor técnico da CMTC, Domingos Sávio Afonso, que também coordena os projetos de corredores preferenciais, explica que a estrutura metálica que servirá como ponte aos ciclistas será feita pela Comurg. A ciclovia continuará pelo canteiro central, no sentido Parque Anhanguera-Pedro Ludovico, até a Rua T-37. Neste ponto, será pintado um trecho de ciclorrota, em função do viaduto da Praça do Chafariz.

Um semáforo será colocado no local, em sintonia com o do cruzamento com a T-4, de modo que os veículos não parem nos dois semáforos. “É o ciclista quem terá de parar no segundo”, explica. A ciclorrota leva o usuário da bicicleta de volta ao canteiro central, onde a ciclovia segue até o Terminal Isidória.

Para a continuidade da ciclovia, ainda faltariam as extensões pela 2ª Radial até o Parque Flamboyant e do Parque Anhanguera até o Terminal Bandeiras, o que só deverá ser feito na obra do Corredor T-63.

Fonte: O Popular

Autor: Vandré Abreu




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