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2013-10-07


Prefeitura afirma que criação de faixas para ônibus é a principal política para problema de transporte.

 A Prefeitura de Goiânia trata a criação das faixas preferencias como um processo que não vai retroceder. Além do corredor universitário, que chega até o Terminal Praça da Bíblia, e da Avenida T-63, outros cinco corredores já estão definidos.
O argumento é de que a frota de carros chegou ao limite da capacidade das vias e não há como construir mais espaço para veículos particulares.
“O custo para alargar as vias é inatingível, pois dependeria de desapropriações”, explica o coordenador de Corredores Preferenciais e Bicicletas Públicas da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Sávio Afonso. As próximas faixas destinadas ao tráfego de ônibus serão nas avenidas T-7, T-9, 85, 24 de Outubro e Independência.
O processo mais avançado é da T-7, que tem levantamento das mudanças em 21 quilômetros de calçadas, dos lados da via, e da fiscalização e monitoramento eletrônicos. A abertura do processo licitatório para elaboração do projeto executivo depende apenas da finalização de planilhas de custos.

EM ESTUDO
Nas outras avenidas foram feitos estudos de tráfego. A CMTC já sabe quais correções serão feitas, como fechamentos de conversões à esquerda e retirada de semáforos de três tempos. “Depende também de definições do prefeito Paulo Garcia sobre as ciclovias”, informou Sávio Afonso. O debate sobre os corredores preferenciais reacendeu com a polêmica da aplicação desse sistema em São Paulo.
“Vale lembrar que aqui temos uma dificuldade a mais: retirar os estacionamentos. Em São Paulo eles já eram proibidos, então facilita a efetivação dessa política pública. Mesmo assim eles encontram dificuldades”, analisa.

Fonte: O Popular

Autor: Alfredo Mergulhão

 

 




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